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Mensagens enviadas por: ADALBERTO QUEIROZ
Índice dos Fóruns » Perfil de ADALBERTO QUEIROZ » Mensagens enviadas por ADALBERTO QUEIROZ
Autor Mensagem
O QSP tem uma interpretação (veja link abaixo).
"A norma OHSAS 18001:2007 - Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho
- Requisitos - especifica os requisitos para um sistema de gestão da SST, para
permitir que qualquer tipo de organização controle de forma mais eficaz seus
riscos de acidentes e doenças ocupacionais e melhore seu desempenho em SST (o
que, aliás, vai ao encontro da nova legislação brasileira sobre o FAP - Fator
Acidentário de Prevenção - e sobre o NTEP - Nexo Técnico Epidemiológico
Previdenciário).
A OHSAS 18001:2007 substitui a OHSAS 18001:1999.

"Foram introduzidas diversas mudanças significativas neste novo Manual da
Coleção Risk Tecnologia desde a primeira edição de 1999. As mudanças refletem a
vasta utilização e experiência com a OHSAS 18001 em mais de 80 países, através
de 16.000 organizações certificadas.

"Uma das principais alterações na norma é a ênfase muito maior dada à "Saúde"
do que somente à "Segurança", além da expressiva melhoria no alinhamento da
nova norma à ISO 14001:2004 (para permitir às organizações o desenvolvimento de
"Sistemas Integrados de Gestão").

http://loja.risktecnologia.com.br/index.php?IdItem=40
Mais uma fonte para estudo:"Balanced ScoreCard e a Gestão Estratégica (Uma
abordagem prática)", Emílio Herrero Filho, Editora Campus, 5a.ed., Rio de
Janeiro, 2005.
Olá, Regina:
De fato, o Leandro deu ótima contribuição.
Quanto à pesquisa, sugiro que você combine palavras (separadas por vírgula) e
assinale os dois campos abaixo.
- ->Use word variants ("cat" will also find "cats" e
- ->Fuzzy search, também, solicitando menos resultados.
Também há uma possibilidade de navegar com as visões laterais.
Por exemplo, na categoria Clientes há uma série de bons documentos postados
pelo Telmo Azambuja (da Mcg) que estão muito bons.
Abraços e boa sorte.
Adalberto.
De fato, Luiz Guilherme, como disse o Ernesto, usando a opção Pesquisa no "Espaço do Usuário" (veja navegador especifico no Menu), você poderá encontrar muitos documentos e modelos úteis para uma implantação, além do que você poderá obter apoio de uma empresa especializada que poderá agregar valor ao seu trabalho com a experiência acumulada em outras implantações.
Nossos consultores Gurus trabalham em organizações de reconhecida competência e têm experiência para ajudá-lo neste desafio.
Veja no link abaixo as nossas consultorias especializadas.
http://www.qualiforum.com.br:5900/qf/index.jsp
Boa Sorte.
Adalberto.
Prezado Teodoro,
Uma ferramenta que pode te ajudar é a consulta ao site da Catho. Veja links
abaixo:

Visite a página de Cargos e Salários
http://www.catho.com.br/gestao/?secao=cs&lg=n
--------------------------------------------------------------------------------

Visite o site da Pesquisa Salarial
http://www.catho.com.br/salario
Prezada Carol,
Existe uma área destinada a postar esses modelos.
Veja no navegador do lado esquerdo a oção "Espaço do Usuário", ao expandir o
navegador, você encontrará a opção "Publicar". Há vários documentos
interessantes sobre outros temas lá a quem interessar possa...
Abraço,
Adalberto.
Prezado Edison,
Em questionamento similar na área de Pergunte ao Guru, o nosso Consultor
associado Jorge Vallim pronunciou-se assim (ver texto abaixo). Há outro
posicionamento de algum dos amigos associados?
Abraços,
Adalberto.

"Os instrumentos devem ser calibrados para que se conheça a incerteza das
medições. A periodicidade é definida em função da taxa de utilização, local de
uso, manuseio, histórico, etc. Assim, a decisão sobre calibrar um instrumento e
qual a periodicidade adotada é técnica, devendo ser documentada para evidenciar
a validação do instrumento."
Um abraço
jorge@vallim.eng.br
21 81116849
www.vallim.eng.br
Herbert,
Esta foi a resposta do Guru Jorge Vallim, na área de "Pergunte ao Guru".
Esperamos ter lhe ajudado.
AQ.
RESPOSTA:
Adalberto,

O Sistema de Gestão deve ser analisado criticamente como um todo. Este sistema
é composto por diversos processos e subprocessos, com diversas pessoas
envolvidas. Torna-se inviável realizar em uma única etapa toda a análise do
sistema pois, os assuntos são diversos e, normalmente setorizados, o que faria
com que algum participante sempre estivesse fora do assunto, e fosse difícil
reunir todas as partes em um único dia, pois as disponibilidades de horário nem
sempre coincidem. A não ser que se faça uma reunião apenas com o "alto staff".

Particularmente eu promovo diversas pequenas reuniões, onde tratamos de cada um
dos itens em separado: cliente, RNC, indicadores diversos, etc. Torna-se muito
mais eficaz, impacta pouco os processos e o impacto se restringe aos que
efetivamente precisam participar da reunião.
Espero ter esclarecido

Um abraço

jorge@vallim.eng.br
www.vallim.eng.br
21 81116849

Prezado Hélio,
A experiência que conheço nesse domínio é do SEBRAE que faz cursos para
empresas do mesmo APL (Arranjo Produtivo Local), preparando-as para a
certificação com custo reduzido porque tem uma linha de subsídio e porque a
consultoria e o acompanhamento são feitos em grupo.
Abraços,
Adalberto.
Priscilla,
Desconheço software livre para esse tipo de aplicação.
A melhor orientação para soluções de software sai com a edição de fevereiro
2007 da Revista Banas.
Espero que encontre a melhor solução de um fornecedor confiável e que possa ter
dar o melhor suporte ao longo do tempo - coisa que provavelmente não
encontraria em 'software dito livre'.
Boa sorte.
Adalberto
Mais uma abordagem do seu interessante tema. Desta vez, de autoria de Maurício
Luiz Szacher

"A análise crítica do sistema da qualidade do item 5.6.1, pode ser feita em
etapas?"
Pergunta de Herberth R. Dias, 23/01, no Fórum

Resposta:
Caro Herberth, poder pode mas o que eu recomendo é o que segue:
1- A análise crítica pela direçào é um momento estratégico do SGQ; é nesta
reuniào que o corpo diretor independente do porte da organizaçào senta e
analisa dados que demonstram como a empresa está e clar como esteve para que em
conjunto determinem melhorias (SAÍDAS) para que o SGQ da mesma avance e se
possa colher frutos;
2-Portanto, uma analálise fracionada dificilmente conseguirá ter a veia
estratégica esperada que poderá alavancar resultados para a organizaçào.
fale conosco visitando o nosso site: www.wwconsultoria.com.br
Maurício Luiz Szacher

Prezada Elisandra,
Não tenho um modelo, mas pode ser que na área "Espaço do Usuário" você encontre
um Procedimento que te oriente, há um sobre o tema registrado por ELEMAR
PEREIRA 17/02/2006 às 13:23, título: Comunicação Interna.
Abraços,
Adalberto
Prezado Herberth,
Veja a resposta de um de nossos gurus à sua interessante pergunta:
Pergunta:
Meu caro Falcão
Eis uma boa pergunta surgida no Fórum, cuja resposta pode ser útil a muitos
associados:
"A análise crítica do sistema da qualidade do item 5.6.1, pode ser feita em
etapas?" Pergunta de Herberth R. Dias, 23/01, no Fórum.
Resposta do GURU Geraldo Falcão:
"Caro Amigo Adalberto,
A resposta é sim ! E vamos analisar várias situações em que a analise critica
além de ser necessária, ela é só é possível de ser feita parcialmente,
dependendo da empresa em que estamos.

Situaçao 1) Empresas multinacionais. Imagine se a Microsoft fosse fazr análise
critica de seus desempenho de forma global. Estas analises criticas ,
demorariam meses, e, seria impossível de realizar com todos os representantes
dos escritórios mundiais. Certamente estas análises críticas possuem um
cronograma de realização, ao longo de um período. O Bill Gates não aguentaria
fazê-la.

Situação 2) Empresas com muitos sites (ex.: Empresa de obras e construções).
Por exemplo, empresas de construções de projeção nacional, como acontece em
obras de hidroelétricas, metrô, etc - essas empresas fazem análise critica por
obra. Analisam o desempenho sempre parcialmente. Imagine só. Seria impossível
fazer auditorias internas em todos os sites de obras ao mesmo tempo, para se
ter os resultados prontos para ua analise critica global. É certo que as
auditorias internas, neste exemplo, aconteceriam ao longo de um ano, e, os
resultados seriam analisados caso a caso.

Situação 3) Empresas muito grandes (por exemplo: Multinacionais. Por exemplo as
vezes em grandes organizações, a analise critica tem que ser parcal, pois é
impossível analisar em um unico evento. Ex.: Empresas que fazem balanços
comerciais com representantes e filiais, anualmente. A analise critica acaba
sendo parcial. Neste exemplo, a analise seria anual, analisando uma parte dos
temas do item 5.6.1.)


Enfim, estes são alguns exemplos. MAs existem muitos outros. De acordo com a
situação da empresa, dimensão, atuação e dinâmica de mercado.

A norma, ela, é sábia em não definir COMO uma sistemática deve ser feita. Só
pede que seja feita.

Em empresas com estas características, um bom plano de auditoria deve
contemplar nos vários sites do cliente, a auditoria dos resultados de análise
crítica, e, obviamente um auditor líder deve coordenar tudo isto, para fazer
uma análise global do Sistema de gestão certificado.

Espero ter ajudado
Um abraço
Geraldo Falcão
Marcasbrasil Consultoria
(11) 4152 8480
* * * * * * * * * * DOCUMENTO DE RESPOSTA do GURU Geraldo Falcão* * * * * * *
* * *

Caro amigo Carlos Augusto Falcão da Silva.

Agradeço a confiança e encaminhamento de dúvida.

Bem, esta questão poderia ser encarado de uma forma simplória,mas certamente se
fosse tratada merante como um problema de "sistema de trabalho", a resposta
seria "Sim". Pode ser feito. Mas enxergar esta questão de uma forma simplória,
pode mascarar situações que podem estar por trás de uma mera simples questão de
sistemática. Vamos tentar analisar sob duas formas e tentar concluir forma
direta.

Ao se analisar o desempenho de uma fábrica, temos que ter em mente, o seu
desempenho global. Sua eficiência geral, e não somente de uma linha de produtos
ou lotes produzidos.

De repente, dentro de uma escala industrial, estes meros 03 problemas citados,
podem representar muito dinheiro, ou uma quantidade representativa de problemas
ao longo de um ano, meses, etc. Portanto, ao ser analisada uma ocorrência de
Não conformidade, por menor que seja, o primeiro passo, é o de se analisar a
representatividade global de um problema. Em termos de custos, produtividade,
retrabalhos, custos da qualidade , Problemas de projeto de produto, Capacidade
de Processo de fabricação, qualificação de pessoal, possibilidade técnica de
atendimento as especificações, problemas de tecnologia de
equipamentos/ferramental, concorrência, etc, etc

O problema pode ter várias outras origens e desdobramentos, por trás de uma
mera não conformidade, ou falha pontual, pode esconder um problema realmente
sistêmico, tecnológico e operacional.

Esta análise deve ser feita, e, a decisão de se mudar uma sistemática de
trabalho, deve ser cuidadosamente analisada, em toda sua abrangência, antes de
flexibilizá-la. Não estamos dizendo que os sistemas ISO9001, não mereçam ser
flexibilizados, pelo contrário, a empresa tem total liberdade de flexibilizar
ou aumentar seus controles, desde lógico que os requisitos mínimos da norma
sejam atendidos.

Minimamente não se esqueça de:
1) Registrar os problemas, atribuir disposições, rastrear, reinspecionar,
promover recall(caso necessário) para atender ao elemento 8.3.;
2) demonstrar que a causas identificadas ao longo do tempo estejam sendo
monitoradas, por que se o problema ressurgir, novas causas devem ser
identificadas, para que não se tomem as mesmas ações.O que definitivamente,
demonstra que as ações anteriores não foram eficazes;
3) Busque sempre a eficácia das ações, através de correto estudo de causas (com
a metodologia que você escolher);
4) demosntre que os clientes estão sendo atendidos e a satisfação não esteja
afetada por isso
5) demonstre que os problemas nÃo afetam seus indicadores de performance ;

A outra análise é que a empresa pode perfeitamente após concluir que o problema
é pontual ( o que é normal que ocorra), flexibilizar sua sistemática de
trabalho, e registrar várias medições , para tentar observar após um
determinado período , se o problema é sistêmico e representativo, antes de
tomar medidas corretivas e ações de melhoria.

O que estou querendo dizer é que o que vai dizer se o problema merece ou não
ser tratado de forma imediata, ou que este problema não é representativo, é a
correta analise do problema considerando todas as variáveis que citei acima.

Concluindo, amigo Carlos Falcão, nosso nível de tolerância aos problemas, irá
depender do quanto este problema está "corroendo" nossas bases de sustentação,
que são nossos clientes, sua satisfação, o diferencial de concorrentes e a
saúde financeira de seu negócio.

Espero ter ajudado
Um forte abraço

Geraldo Falcão
Marcasbrasil consultoria
www.marcasbrasil.com.br
(11) 4152 8480
Prezado Sr. 'Rogério:
Pelas regras do Fórum não são permitidas propagandas de produto.
Note que, mesmo sendo nossa empresa como Mantenedora do Fórum e possuindo uma
solução para essa finalidade, não temos esse tipo de prática.
Por essa razão, sua mensagem está sendo deletada.
Att.
Equipe QualiFórum.
 
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