|
| Autor |
Mensagem |
|
|
|
Prezado José: a rastreabilidade não necessariamente tem que ser feita com amostras de retenção, mas pode ser feita a partir dos resultados das análises nos registros de inspeção e ensaio do produto acabado e das matérias-primas, bem como pela anotação dos números de lote das matérias-primas utilizadas no processo, nas folhas de operação, ordens de produção, etc. Você pode definir isto no seu Sistema. As amostras de retenção são muito mais uma proteção que as empresas utilizam para ter uma contra-prova que uma exigência da norma. Tais amostras dão uma maior credibilidade aos resultados das inspeções feitas, uma vez que você pode confirmar os resultados na contra-prova. Contudo, se o seu cliente exige estas amostras, isto passa a ser um requisito do cliente e portanto necessário. Espero que ajude. Adelice (adelice@cedet.com.br).
|
 |
|
|
|
Prezado Fernando: Existe um Centro de Tecnologia de Embalagem no Ital - Instituto de Tecnologia de Alimentos localizado em Campinas / SP. Acredito que eles têm as informações que você necessita, ou se não tiver, com certeza podem informá-lo como conseguí-las. O link do Centro é http://www.cetea.ital.org.br/. Espero que ajude. Adelice (adelice@cedet.com.br)
|
 |
|
|
|
|