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ANA PAULA SIQUEIRA
Membro desde: 03/06/2003 13:59:54
Mensagens: 3
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Caros colegas,Estamos tentando melhorar a comunicação interna em nossa empresa, em especial no que diz respeito a feedback ao cliente interno. As pessoas trabalham muito fechadas nas obrigações do setor. Se alguém tiver alguma sugestão, agradeço desde já.Ana Paula Siqueira
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PAULO MACHADO FERNANDES
Membro desde: 25/03/2003 08:38:41
Mensagens: 10
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Nós aqui na empresa determinámos grupos de Melhoria com 3 directores e/ou
coordenadores de sectores/departamentos diferentes cada.
Foram atribuídos a estes grupos temas como por ex: Produto, Com.Interna,
Marketing, Empresa(Infraestruturas), Ambiente de Trabalho e Organização, etc.
Foram organizadas reuniões de sensibilização para a Qualidade por
sector/departamento, e entregue na ultima parte desta reunião um documento
mencionando os temas acima descritos.
Pedimos ás pessoas para escreverem anónimamente, duas opiniões positivas e
duas negativas (oportunidades de melhoria) que encontravam na empresa, tendo em
conta as respectivas sugestões para resolver essa evidência para cada um dos
temas indicados.
Juntaram-se as respostas todas, fez-se um filtro ( nº de problemas
apresentados, os problemas iguais ou idênticos mencionados e as respostas
sugeridas por eles) e proporcionou uma mão cheia de sugestões para melhoria,
que com a aprovação da Administração e a respectiva determinação de prioridades
vão sendo colocadas em prática pelos grupos de melhoria.
A nós deu bons resultados
Obrigado
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ELIANA MONTEIRO
Membro desde: 13/03/2003 14:42:22
Mensagens: 28
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Cara Ana
Complementando a resposta do nosso colega Paulo Machado acredito que também
poderia utilizar os seguintes recursos para envolver as pessoas entre
departamentos:
1) "Nossa gente" - entrevistas com pessoas de cada setor abordando: tempo de
trabalho, hobbies, família, pratos preferidos, com o objetivo de conhecer e
integrar a pessoa à equipe
2) Divulgação de datas de aniversário das pessoas e se possível fazer no
refeitório "o dia dos aniversariantes"
3) Não sei o tamanho de sua empresa mas poderia desenvolver visitas de um
departamento para o outro com o objetivo de um colaborador conhecer o trabalho
do outro e divulgá-lo. Especialmente onde trabalho tenho uma unidade em SP e
outra em Sergipe. Fiz um programa que denominei "conhecendo SP e Sergipe".
Tirei fotos das pessoas, pesquisei a cultura das cidades e estado e fiz uma
exposição no refeitório da empresa. Deu um bom resultado.
Enfim, um bom trabalho, afinal as pessoas são o principal patrimônio da
empresa. O bom relacionamento e comunicação resultará em benefícios para os
negócios.
Um abraço,
Eliana
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![[Post New]](/qualiforum/templates/default/images/icon_minipost_new.gif) 08/06/2003 07:58:24
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JORGE VALLIM
Membro desde: 02/06/2003 19:14:47
Mensagens: 354
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Prezada Ana,
As formalizações tendem a bloquear a expontaneidade dos funcionários. Tenho
utilizado, com sucesso, a política do "passeio" e "papo de botequim". O
primeiro consiste em passear, literalmente, pelos setores, tomar um café e
criar um laço informal para coletar informações. O funcionário não deve
perceber uma diferença hierárquica, ou um partidarismo, por parte do "ouvinte".
O segundo segue a linha do primeiro, mas baseia-se na criação de um ambiente
descontraído. Festa de aniversário, futebol, passeios ou mesmo o incentivo ao
uso do refeitório da empresa no almoço/jantar.
A convivência, sem relações de hierarquia ou competitividade, leva os
funcionários a conversar abertamente sobre os problemas do dia a dia. Uma
análise crítica destes problemas, abertamente divulgados, permite a criação de
soluções eficazes.
É claro que quanto maior a organização, mais ouvidores devem existir.
Os ouvidores devem seguir duas regras: Não utilizar suas informações para a
punição e não permitir o seu relacionamento com a ação corretiva adotada.
Para qualquer exclarecimento contate-me.
Bons dias a todos!
Jorge Vallim
www.vallim.eng.br
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LAURIE CRISTINA CAMPOS RODRIGUES
Membro desde: 02/04/2003 13:33:05
Mensagens: 8
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Ana Paula,
Aqui na Empresa onde trabalho tínhamos o mesmo problema e então resolvemos
editar um jornal interno quinzenalmente, onde todos podem opinar e expressar
suas idéias, além é claro da Avaliação da Satisfação do Cliente Interno que
realizo a cada trimestre.
Qualquer esclarecimentos, pode entrar em contato comigo pelo e-mail:
qualidade@neobor.com.br
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ALEXNALDO FARIAS RIBEIRO
Membro desde: 25/08/2003 09:51:52
Mensagens: 3
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Bom dia pessoal, este é um problema muito delicado que muitas empresas tem que administrar, a comunicação interna é muito importante dentro de uma organização, aqui na empresa existe uma carencia muito grande de comunicação interna em todos os niveis. Gostaria se algum de voces tiver alguma planilha para treinamento auto explicativo, pois não sou instrutor, para mim enviar e tambem poder mim ajudar a eliminar este problema que está dificultando muito na implantação da gestão da qualidade, aguardo envio meu email é (alexrfr@ig.com.br). Um forte abraço para todos.
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hayrton prado
Membro desde: 13/11/2008 16:13:46
Mensagens: 9
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Meu caro: Acr
DAVIS, Keith, NEWSTROM, John W. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem organizacional. São Paulo: Pioneira, 1996.
FLEURY, A., FLEURY, M. T. L. Aprendizagem e inovação organizacional. São Paulo: Atlas, 1995.
GOMES, Maria Teresa. Elas são as bem-amadas do pedaço. Exame, São Paulo, 27 de março de 1996.
_____. Entenda as estrelas do guia. Exame, São Paulo, n. 17, 1999. As melhores empresas para você trabalhar, p. 48-49.
GOUILLART, Francis J., KELLY, James N. Transformando a organização. São Paulo: Makron, 1995.
JENSEN, Bill. O desafio da simplicidade. HSM Management, São Paulo, v. 2, n. 9, p. 24-30, jul./ago. 1998.
KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Sobre a morte e o morrer. São Paulo: Martins Fontes, 1981.
KUNSCH, Margarida M. K. A comunicação integrada nas organizações modernas: avanços e perspectivas no Brasil. In: CORREA, Tupã (org.) Comunicação para o mercado. São Paulo: Edicom, 1995.
_____. As organizações modernas necessitam de uma comunicação integrada. Mercado Global, São Paulo, n. 102, segundo trimestre, 1997.
LAWLER III, Edward. Estratégia versus funcionários. HSM Management, São Paulo, p. 12-15, set./out. 1998.
LESLY, Philip (coord.) Os fundamentos de relações públicas da comunicação. São Paulo: Pioneira, 1995.
MARCHIORI, Marlene. Comunicação é cultura e cultura é comunicação. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 31, p. 28-31, segundo trimestre 1999.
_____. Organização, Cultura e Comunicação: elementos para novas relações com o público interno. São Paulo, 1995, Dissertação (Mestrado), Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996.
NASSAR, Paulo, BERNARDES, Roberto Carlos. Comunicação estratégica. Amanhã, p. 59-61, jun. 1998.
NEVES, Roberto Castro. Imagem empresarial: como as organizações (e as pessoas) podem proteger e tirar partido do seu melhor patrimônio. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
PETTIGREW, Andrew M. In: FLEURY, M. T. L., FISCHER, R. M., (coord.) Cultura e poder nas organizações. São Paulo: Atlas, 1989. p. 145-153.
RODRIGUES, Augusto L. Sucesso na transição planejada do mundo estatal para o setor privado. Palestra CONARH , 27 de agosto, 1999.
SILVEIRA, Mauro. Você está preparado para mudar? Você S.A., São Paulo, v. 2, n. 14, p. 82-86, ago. 1999.
TORQUATO, Gaudêncio. A evolução de uma ferramenta estratégica. In: PERISCINOTO, Alex et al. Estudos Aberje 1. São Paulo, 1998.
VALSANI, Flávio. Novas formas de comunicação interna. In: KUNSCH, Margarida M. K. (org.) Obtendo resultados com relações públicas. São Paulo: Pioneira, 1997. p. 178-188.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
[1] MARCHIORI, Marlene. Organização, cultura e comunicação: elementos para novas relações com o público interno. São Paulo, 1995. Dissertação (Mestrado), Escola de Comunicações e Artes - USP, p. 83.
[2] DAMANTE, Nara. Uma língua em quatro idiomas. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 32, p. 18-22, terceiro trimestre, 1999.
[3] TORQUATO, Gaudêncio. A evolução de uma ferramenta estratégica. Estudos Aberje. São Paulo, p. 19, 1998.
[4] DAMANTE, Nara. O estado da arte da comunicação organizacional no Brasil. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 31, p. 22-26, segundo trimestre, 1999.
[5] MARCHIORI, op. cit.
[6] DAMANTE, Nara. Boa comunicação interna é vantagem competitiva. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 32, p. 25-28, terceiro trimestre, 1999.
[7] NEVES, Roberto Castro. Imagem empresarial: como as organizações (e as pessoas) podem proteger e tirar partido do seu melhor patrimônio. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
[8] GOMES, Maria Teresa. Elas são as bem-amadas do pedaço. Exame, São Paulo, 27 de março, 1996.
[9] GOMES, op. cit.
[10] DAMANTE, Nara. O estado da arte da comunicação organizacional no Brasil. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 31, p. 22-26, segundo trimestre, 1999.
[11] VALSANI, Flávio. Novas formas de comunicação interna. In: KUNSCH, Margarida M. K. (org.) Obtendo resultados com relações públicas. São Paulo: Pioneira, 1997. p.178-88.
[12] TORQUATO, Gaudêncio. A evolução de uma ferramenta estratégica. In: PERISCINOTO, Alex et al. Estudos Aberje 1. São Paulo, 1998, p. 16.
[13] TORQUATO, op. cit., p. 11.
[14] TORQUATO, op. cit., p. 15.
[15] NASSAR, Paulo, BERNARDES, Roberto Carlos. Comunicação estratégica. Amanhã, p. 59-61, jun. 1998.
[16] NASSAR, BERNARDES, op. cit.
[17] VALSANI, op. cit., p. 183.
[18] NEVES, op. cit., p. 313.
[19] NEVES, op. cit., p. 309.
[20] TORQUATO, op. cit., p.20.
[21] RODRIGUES, Augusto L. Sucesso na transição planejada do mundo estatal para o setor privado. Palestra CONARH , 27 de gosto, 1999.
[22] DAMANTE, Nara. O estado da arte da comunicação organizacional no Brasil. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 31, p. 22-26, segundo trimestre, 1999.
[23] KUNSCH, Margarida. As organizações modernas necessitam de uma comunicação integrada. Mercado Global, São Paulo, n. 102, p. 21, segundo trimestre, 1997.
[24] TORQUATO, op. cit., p. 19.
[25] GOMES, Maria Teresa. Entenda as estrelas do guia. Exame, São Paulo, v. 33, n. 17, 1999. As melhores empresas para você trabalhar, p. 48-49.
[26] NEVES, op. cit.
[27] HAMPTON, David cf. MARCHIORI, Marlene op. cit., p. 62.
[28] KUNSCH, Margarida M. K. A comunicação integrada nas organizações modernas: avanços e perspectivas no Brasil. In: CORREA, Tupã (org.) Comunicação para o mercado. São Paulo: Edicom, 1995. p. 93.
[29] Id., ibid., p. 93.
[30] NEVES, op. cit.
[31] DAMANTE, Nara. O estado da arte da comunicação organizacional no Brasil. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 31, p. 22-26, segundo trimestre, 1999.
[32] Id., ibidem.
[33] DAMANTE, Nara. Uma língua em quatro idiomas. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 32, p. 18-22, terceiro trimestre, 1999.
[34] VALSANI, Flávio. Novas formas de comunicação interna. In: KUNSCH, Margarida M. K. (org.) Obtendo resultados com relações
públicas. São Paulo: Pioneira, 1997. p. 178-188.
[35] DAMANTE, Nara. O estado da arte da comunicação organizacional no Brasil. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 31, p. 23, segundo trimestre 1999.
[36] DAMANTE, Nara. Boa comunicação interna é vantagem competitiva. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 32, p. 25-28, terceiro trimestre 1999.
[37] Op. cit.
[38] CORRADO, Frank M. A força da comunicação: quem não se comunica... São Paulo: Makron, 1994.
[39] KUNSCH, Margarida M. K. A comunicação integrada nas organizações modernas: avanços e perspectivas no Brasil. In: CORREA, Tupã (org.) Comunicação para o mercado. São Paulo: Edicom, 1995, p. 93.
[40] VALSANI, op. cit.
[41] MARCHIORI, op. cit., p. 60.
[42] DUBRIN, Andrew J. cf MARCHIORI, op. cit., p. 60.
[43] COLOMBINI, Letícia. A arte de dar o recado. Você S.A., São Paulo, n.17, p. 66-69, nov. 1999.
[44] COLOMBINI, op. cit.
[45] COLOMBINI, op. cit.
[46] COLOMBINI, op. cit.
[47] COLOMBINI, op. cit.
[48] MARCHIORI, op. cit., p. 84.
[49] MARCHIORI, op. cit., p. 98.
[50] CHANLAT, Alain, BÉDARD,Renée cf MARCHIORI, op. cit., p. 98-99.
[51] MARCHIORI, op. cit. p. 99.
[52] CHANLAT, BÉDARD cf MARCHIORI, op. cit., p. 99.
[53] DEAL, T. E., KENNEDY, A. A. cf CABRAL, Valéria. Comunicação interna no setor bancário: estudo de caso sobre a importância estratégica das relações públicas no âmbito interno das instituições financeiras no Brasil. São Paulo, 1999. Dissertação (Mestrado), Escola de Comunicações e Artes - USP, p. 43.
[54] SCHEIN, Edgar cf FLEURY, A., FLEURI, M. T. L. Aprendizagem e inovação organizacional. São Paulo: Atlas, 1995. p. 24.
[55] FLEURY, Maria T. cf MARCHIORI, op. cit., p. 40.
[56] LITE, Marisa cf CABRAL, op. cit., p. 51.
[57] MARCHIORI, op. cit.
[58] THEVENET, M. cf CABRAL, op. cit., p. 50.
[59] SCHEIN cf MARCHIORI, op. cit.
[60] MARCHIORI, op. cit.
[61] MARCHIORI, op. cit.
[62] SCHEIN cf FLEURY, A., FLEURY, M. T. L., op. cit.
[63] SCHEIN cf CABRAL, op. cit.
[64] FLEURY, Maria T. cf MARCHIORI, op. cit.
[65] FLEURY cf MARCHIORI, op. cit.
[66] FLEURY cf CABRAL, op. cit.
[67] MARCHIORI, op. cit., p. 67.
[68] MARCHIORI, Marlene. Comunicação é cultura e cultura é comunicação. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 31, p. 28-31, segundo trimestre 1999.
[69] DAVIS, Keith, NEWSTROM, John W. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem organizacional. São Paulo: Pioneira, 1996.
[70] SILVEIRA, Mauro. Você está preparado para mudar? Você S. A., São Paulo, n. 14, p. 82-86, ago. 1999.
[71] SILVEIRA, op. cit.
[72] SILVEIRA, op. cit.
[73] SILVEIRA, op. cit.
[74] SILVEIRA, op. cit.
[75] MARCHIORI, op. cit., p. 52.
[76] PETTIGREW cf MARCHIORI, op. cit.
[77] PETTIGREW, Andrew M. In: FLEURY, M. T. L., FISCHER, R. M., (coord.) Cultura e poder nas organizações. São Paulo: Atlas, 1989. p. 145-153.
[78] FLEURY, A., FLEURY, M. T. L. Aprendizagem e inovação organizacional. São Paulo: Atlas, 1995. p. 29.
[79] MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996. p. 260.
[80] MORGAN, op. cit.
[81] GOUILLART, Francis J., KELLY, James N. Transformando a organização. São Paulo: Makron, 1995.
[82] JENSEN, Bill. O desafio da simplicidade. HSM Management, n. 9, p. 24-30, jul./ago. 1998.
[83] GOUILLART, KELLY, op. cit.
[84] MORGAN, op. cit., p. 142.
[85] MARCHIORI, op. cit, p. 55.
[86] SILVEIRA, op. cit., p. 83.
[87] SILVEIRA, op. cit.
[88] GOUILLART, KELLY, op. cit.
[89] DAVIS, NEWSTROM, op. cit.
[90] GOUILLART, KELLY, op. cit.
[91] KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Sobre a morte e o morrer. São Paulo: Martins Fontes, 1981.
[92] SCHEIN cf FLEURY, FLEURY, op. cit.
[93] DAVIS, NEWSTROM, op. cit.
[94] SILVEIRA, op. cit.
[95] MARCHIORI, op. cit.
[96] FLEURY, M. T. cf MARCHIORI, op. cit.
[97] LESLY, Philip (coord.). Os fundamentos de relações públicas da comunicação. São Paulo: Pioneira, 1995.
[98] SILVEIRA, op. cit, p. 85.
[99] LAWLER III, Edward. Estratégia versus funcionários. HSM Management, São Paulo, p. 12-15, set./out. 1998.
[100] LAWLER III, op. cit.
[101] BOWDITCH, I. L., BUONO, A. F. Elementos do comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira, 1994.
[102] DAMANTE, Nara. Uma língua em quatro idiomas. Comunicação Empresarial, São Paulo, n. 32, p. 18-22, terceiro trimestre 1999.
[103] LESLY, op. cit, p. 16.
Originalmente publicado em: http://www.aberje.com.br/univer/univer2.htm
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JORGE VALLIM
Membro desde: 02/06/2003 19:14:47
Mensagens: 354
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Alexnaldo,
Não trate a comunicação interna como um processo a parte. A comunicação interna está intimamente vinculada a outros processos. processos como auditoria, análise crítica, monitoramento de processo e outros métodos de inspeção permitem identificar as necessidasdes/falhas de comunicação. Como correção devem ser adotadas medidas gradativas: orientação, advertência, punição e demissão, conforme o costume da organização.
Espero ter ajudado.
Um abraço,
jorge@vallim.eng.br
21 98114751
www.vallim.eng.br
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META CONSULTORIA E TREINAMENTO
Membro desde: 04/09/2003 13:21:22
Mensagens: 6
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Olá,
Uma forma simples de melhorar a comunicação interna é através de um informativo padrão, onde qualquer colaborador tem acesso tanto na edição quanto na visualização. Estes informativos diminuem a comunicação informal e incorreta. Esta utilzação deve ser aplicado com vista no porte da empresa e em seu nível de desenvolvimento.
Um Abraço,
Douglas Simon - DE
Meta Consultoria e Treinamento
contato@metaconsultoria.zzn.com
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MARCO ANTONIO LAURELLI MOREIRA
Membro desde: 19/08/2003 16:59:51
Mensagens: 77
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Olá. O exemplo do Sr. Jorge é muito bom, mas, permita-me acrescentar. Se este assunto dificulta o andamento dos processos da empresa, sugiro, também, que verifique a possibilidade de se fazer um levantamento em saber qual é o ponto ou departamento que menos se pratica a documentação eo principal: PORQUE?. Prove, através de dados que necessita de uma melhoria urgente para evitar outros danos. Um abraço
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MARCOS ALEXANDRE CIRNE CORRÊA
Membro desde: 19/08/2003 16:56:05
Mensagens: 3
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Bom dia pessoal, estou em sintonia com as questões levantadas sobre comunicação interna. Em nossa empresa, e como em todas que conheço, o problema de administrar a comunicação é realmente complicado, pois durante os processos de gestão ( qualidade , meio ambiente, saúde e segurança ) sempre ocorrem ruídos que geram não-conformidades. Em nossos procedimentos relatamos o mínimo que a empresa deve ter para minimizar os ruídos. Mesmo assim, a velha frase "foi um problema de falta de comunicação" ou "falha na comunicação" , persistem no dia-a-dia.
Para melhorar nosso sistema, contratamos uma empresa de comunicação especializada em gerar "diagnósticos de comunicação interna", e após realizado o trabalho, existem planos de ação para realmente e cientificamente eliminar o problema. Se quiser entrar em contato para maiores informações sobre o diagnóstico acesse o site www.mfn.com.br.
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