|
|
| Autor |
Mensagem |
![[Post New]](/qualiforum/templates/default/images/icon_minipost_new.gif) 11/03/2003 10:19:18
|
FAUSTO ASSIS FILHO MACHADO
Membro desde: 10/03/2003 11:05:40
Mensagens: 2
Offline
|
Dr. Rubens , Entendi o processo. Gostaria de complementar minha pergunta. Somente a diferenciacao na qualidade dos servicos prestados pela instituicao seria suficiente? Num pais onde os compradores e prestadores de servico ditam as regras, monopolizam o setor, ao usuario cabe apenas aceitar as imposicoes dos compradores de servico, esta diferenciacao `natural` me parece algo muito distante. Nao estaria faltando um trabalho de marketing por parte dos envolvidos citados pelo Sr. para acelerar este processo institucionalmente?
|
|
|
 |
![[Post New]](/qualiforum/templates/default/images/icon_minipost_new.gif) 11/03/2003 10:19:18
|
RUBENS JOSE COVELLO
Membro desde: 27/02/2003 14:18:22
Mensagens: 6
Offline
|
Este é um processo de mudança cultural. É preciso que os usuários aprendam a exigir qualidade no atendimento à saúde.
Ainda hoje, quando se fala em qualidade em saúde, relacionamos diretamente ao atendimento médico.
Sei que temos um longo caminho pela frente. É claro que a interferência dos compradores pode acelerar o processo. Entretanto, é necessário cautela, para que as mudanças ocorram todas juntas e não se quebre o sistema.
Temos sentido uma movimentação, ainda tímida, mas alguns compradores já estão diferenciando suas negociações com as Instituições que garantam a segurança e qualidade do atendimento.
|
|
|
 |
|
|
|
|